quinta-feira, 11 de abril de 2013

Posse do novo presidente



O novo presidente do Quênia Uhuru Kenyatta tomou posse em uma grande cerimônia. Ele está sendo acusado, juntamente com seu vice, pelo TPI (Tribunal Penal Internacional) de ter cometido crimes contra a humanidade.
Em seu juramento de posse prometeu governar para todos, e não para algum grupo étnico, como normalmente é feito pelos políticos em diversos países da África. O juramento foi realizado com uma bíblia nas mãos diante de milhares de quenianos e líderes africanos.



                                                                                    Isabela Soares Barbosa

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Nigéria




Planos futuros da Petrobras 

A Petrobras lançou um leilão para vender sua participação em campos de petróleo na Nigéria, em uma operação que pode alcançar até 5 bilhões de dólares, em meio aos planos da companhia para levantar recursos para seu plano de investimento, disseram fontes próximas do assunto. A companhia contratou a Standard Chartered para conduzir o processo, que deve começar nos próximos dois meses, segundo as fontes. Companhias petrolíferas da Ásia devem participar do leilão. Representantes da Petrobras e da Standard Chartered não comentaram o assunto.
A Petrobras iniciou operações na Nigéria em 1998, em águas profundas do Delta do Níger. Os parceiros da Petrobras nos dois projetos nigerianos são Total e Chevron. A estatal brasileira do petróleo detém uma participação de 8% nos blocos em mar de Agbami, que são operados pela norte-americana Chevron, e 20% de participação no projeto de Akpo, operado pela francesa Total. A produção de petróleo nos campos de Agbami começou em 2008. A extração na área pode atingir 250 mil barris por dia, num projeto com reservas estimadas em 900 milhões de barris.
A Petrobras tem um programa de desinvestimentos de 9,9 bilhões de dólares, de acordo com o plano de negócios de cinco anos atualizado neste mês. A estatal indicou os recursos totais das vendas de ativos devem entrar no caixa da empresa principalmente em 2013.
Os recursos das vendas de ativos ajudarão a Petrobras a fazer frente ao seu plano de negócios de 236,7 bilhões de dólares, o maior programa de investimentos corporativos do mundo. No plano anunciado em 13 de março, a Petrobras indicou que focará a exploração e produção no Brasil, onde a estatal enfrenta o desafio de explorar as reservas do pré-sal.
Do total de investimentos em cinco anos, o segmento de Exploração & Produção (E&P) receberá 147,5 bilhões de dólares e, diferentemente do plano anterior, os recursos serão direcionados exclusivamente para o Brasil. O objetivo, segundo a empresa, é a "manutenção das metas de produção de óleo e gás natural".
No plano de negócios, a meta de produção de petróleo e gás foi mantida, com expectativa de que em 2016 chegue a 3 milhões de barris de óleo equivalente/dia no Brasil, ante os 2,36 milhões de barris de janeiro. Para 2017, esse volume deverá subir para 3,4 milhões de barris (com 35% tendo origem no pré-sal). E, para 2020, a extração está prevista para subir a 5,2 milhões de barris.
A decisão de vender ativos na Nigéria aponta para um recuo na estratégia da companhia para mercados externos, antes considerados estratégicos, em favor dos objetivos do governo do Brasil em busca de uma autossuficiência em energia. A venda de ativos, no entanto, não tem sido fácil, com compradores potenciais detectando a necessidade de a empresa fazer dinheiro, e realizando lances baixos.
A empresa recentemente cortou sua meta de venda de ativos para 9,9 bilhões de dólares ante quase 15 bilhões de dólares, após não conseguir receber ofertas atraentes para seus ativos de energia no Golfo do México.
A ConocoPhillips, por sua vez, está vendendo seu negócio na Nigéria para a Oando Energy por cerca de 1,79 bilhão de dólares, a fim de conseguir focar seus projetos de menor custo de gás de xisto norte-americano e gás natural.
Alessandra Araujo 

domingo, 7 de abril de 2013

Cultura no Sudão: como o povo se veste?


 





O Sudão precisa de um quadro político para a promoção da paz.

Assim como visto anteriormente, o Sudão é um país que se encaixa no contexto dos failed states, assim sendo existem algumas providências a serem tomadas para que o status de falência seja revertido.
As principais características de um estado falido podem ser percebidas no Sudão; como a deterioração da economia, guerra civil, crise política, entre outras.
Da mesma forma como abordado em sala de aula o Estado é um dos pilares da ordem interna e internacional, logo a ausência de um Estado capaz de projetar poder e autoridade no Sudão gera a desordem, e turbulência ao invés de paz. Por isso, segundo Rotberg, é fundamental que a ordem seja restabelecida em um Estado que pretenda sair do grupo dos falidos; o cessar-fogo e consequentemente a consolidação da segurança social é outro fator importante. Reiniciar a economia, recriar as instituições políticas e revigorar a sociedade civil são as etapas secundárias para a reconstrução do Estado.
Considerando essas informações, vale a pena destacar essa notícia sobre o Sudão:

http://www.guardian.co.uk/global-development/poverty-matters/2013/apr/05/darfur-sudan-visionary-approach-qatar

sexta-feira, 5 de abril de 2013




 



A crise no Egito


Hosni Mubarak comandou o país durante 30 anos.
Ele deixa cargo após 18 dias de levante popular.


O Egito passa, neste começo de 2011, por uma mudança política desencadeada por revolta popular. Na data 11/03/13 houve  a renúncia do presidente Hosni Mubarak que foi anunciada pelo vice-presidente do país, Omar Suleiman. Mubarak estava há 30 anos no poder.
A decisão ocorre após 18 dias de violentos protestos de rua que deixaram mais de 300 mortos e 5 mil feridos. O movimento popular  tem inspiração no levante que derrubou o presidente da vizinha Tunísia, Zine El Abidine Ben Ali, cujo governo se prolongava havia 23 anos. Além do Egito, os levantes no mundo árabe inspirados no exemplo da Tunísia se espalharam por Jordânia, Iêmen, Argélia, Mauritânia, Sudão e Omã.
Aos 82 anos, Mubarak já havia apresentado alguns problemas de saúde e, depois da pressão popular, admitiu que não seria candidato a um sexto mandato na eleição presidencial. A eleição está prevista para setembro deste ano.
Analistas acreditavam que ele iria tentar emplacar seu filho, Gamal Mubarak, como sucessor no comando do Partido Nacional Democrático (PND), o maior do país. Entretanto, Gamal e outras lideranças deixaram o partido no sábado (5). Nesta sexta, o secretário-geral do partido, Hossam Badrawi, renunciou ao cargo dizendo que o país em crise "precisa de novos partidos"

Um dia antes da renúncia, Mubarak fez discurso na TV e afirmou que pretendia continuar no governo até setembro, à frente da transição de poder. Ele também disse que iria transferir poderes ao seu vice, Omar Suleiman.



Fotos históricas de Mubarak: à esquerda, ele fala ao Parlamento em abril de 1987; à direita, no alto, imagem de 1981, quando era vice-presidente; à direita, no canto inferior, Mubarak em encontro com o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, em 2011 (Foto: AP/Arquivo)

Aluna : THAÍS CRISTINA CLAUDINO FERNANDES

quinta-feira, 4 de abril de 2013

juízes não aceitaram o recurso feito por Odinga

As eleições no Quênia, ocorridas em 4 de Março, apontaram Uhuru Kenyatta como novo presidente com 50,07% dos votos no primeiro turno. Esse fato foi contestado por seu rival na eleição, Raila Odinga, que logo após ao anúncio da vitória de Kenyatta se pronunciou questionamdo a validade da eleição, alegando fraudes no processo eleitoral.
Essa lide (conflito) foi enviada para ser julgada na Suprema Corte do Quênia. A corte pronuciou a decisão judicial confirmando a vitória de Uhuru Kenyatta em audiência pública transmitida ao vivo. Os seis juízes que compõem a corte não aceitaram o recurso feito por Odinga e por grupos representantes da sociedade civil.
A decisão gerou protesto na cidade na Nairobi. A polícia teve intervir com gás lacrimogênio para conter um grupo de jovens que atirava pedras na cidade de Kisumo, local onde vive Odinga.

Fonte >
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2013/03/suprema-corte-do-quenia-confirma-eleicao-de-kenyatta-a-presidencia.html

                                                                                       Isabela Soares Barbosa

terça-feira, 2 de abril de 2013

Nigéria



A volta da  seleção nigeriana 







A Nigéria é a nova campeã da África - e, como representante do continente, viaja rumo ao Brasil em junho para participar da Copa das Confederações, o ensaio geral para a Copa do Mundo de 2014. A seleção nigeriana, uma das mais tradicionais da África, derrotou uma zebra, a equipe de Burkina Faso, neste domingo, no Estádio Soccer City, em Johannesburgo, o palco da final da Copa do Mundo de 2010, na África do Sul. A vitória por 1 a 0, com um golaço do meia Sunday Mba, rendeu aos nigerianos o terceiro título do país na história da Copa Africana de Nações, torneio que a equipe não vencia desde 1994. 

Na Copa das Confederações, os nigerianos estão no grupo B, com Espanha, Uruguai e Taiti, e jogarão em BH, Salvador e Fortaleza. 

Fonte : 




Alessandra Araujo