sábado, 20 de abril de 2013

Somália

Ataque terrorista na Somália:

Domingo (14/04/2013), houve uma explosão à um tribunal em Mogadíscio. A milícia radical islâmica Al Shabbab assumiu a autoria do ataque pelo twitteer, que deixou pelo menos 34 civis e 9 milicianos mortos. Homens armados e um carro-bomba foram utilizados. Na mensagem a milícia disse ter atacado também outros lugares.
O presidente da Somália considerou o ataque um "sinal de desespero dos terroristas". Ele disse: "Quero que os terroristas saibam que a Somália está e continuará avançando, não conseguirão frear nossa determinação de construir um país estável e pacífico".

fonte:

Letícia da Silva Pacheco

domingo, 14 de abril de 2013

Sudão e Sudão do Sul: em busca da paz.

Nessa sexta-feira ocorreu um fato que poderá influenciar as Relações Internacionais entre o Sudão e o Sudão do Sul em muitos aspectos; foi a primeira visita do presidente do Sudão, Omar Hassan al-Bashir, ao Sudão do Sul desde sua separação em 2011. Os presidentes dos dois países acordaram o livre comércio nas fronteiras, além da retomada do bombeamento do petróleo do sul para o norte. 



Presidente Omar Hassan al-Bashir, do Sudão, e o presidente Salva Kiir do Sudão do Sul.


Notícia completa: http://www.nytimes.com/2013/04/13/world/africa/mending-ties-with-south-sudan.html?ref=sudan&_r=0



Essas conjunturas provavelmente afetarão positivamente a situação interna de guerra civil no Sudão, já que uma das causas das rebeliões é a questão do petróleo; a economia de ambos os países também poderá sofrer impactos positivos já que o comércio entre fronteiras agora será permitido, o que dinamizará mais a economia de ambos.


Carla Meireles Soares.

sábado, 13 de abril de 2013

Somália

Os abusos nos campos de ajuda na Somália:

A Human Rights Watch diz há mulheres nos campos que estão sofrendo abusos sexuais de membros de grupos armados e também por integrantes das forças de segurança do governo somali. O relatório diz que mais de 800 mulheres forma estrupadas entre setembro e novembro de 2012, e que, a maioria das mulheres não denunciam por medo de retaliações.
O relatório denuncia também que alguns administradores desses campos desviam comidas, medicamentos , entre outros.
Quando o novo governo tomou posse no no passado com o apoio da ONU, a esperança era de se colocar fim nos abusos que ocorrem na Somália. Porém o diretor da Agência Nacional de Gerenciamento de Desastres da Somália, disse que não se poderia acabar com o problema em apenas um dia.
fonte:

Letícia da Silva Pacheco

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Posse do novo presidente



O novo presidente do Quênia Uhuru Kenyatta tomou posse em uma grande cerimônia. Ele está sendo acusado, juntamente com seu vice, pelo TPI (Tribunal Penal Internacional) de ter cometido crimes contra a humanidade.
Em seu juramento de posse prometeu governar para todos, e não para algum grupo étnico, como normalmente é feito pelos políticos em diversos países da África. O juramento foi realizado com uma bíblia nas mãos diante de milhares de quenianos e líderes africanos.



                                                                                    Isabela Soares Barbosa

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Nigéria




Planos futuros da Petrobras 

A Petrobras lançou um leilão para vender sua participação em campos de petróleo na Nigéria, em uma operação que pode alcançar até 5 bilhões de dólares, em meio aos planos da companhia para levantar recursos para seu plano de investimento, disseram fontes próximas do assunto. A companhia contratou a Standard Chartered para conduzir o processo, que deve começar nos próximos dois meses, segundo as fontes. Companhias petrolíferas da Ásia devem participar do leilão. Representantes da Petrobras e da Standard Chartered não comentaram o assunto.
A Petrobras iniciou operações na Nigéria em 1998, em águas profundas do Delta do Níger. Os parceiros da Petrobras nos dois projetos nigerianos são Total e Chevron. A estatal brasileira do petróleo detém uma participação de 8% nos blocos em mar de Agbami, que são operados pela norte-americana Chevron, e 20% de participação no projeto de Akpo, operado pela francesa Total. A produção de petróleo nos campos de Agbami começou em 2008. A extração na área pode atingir 250 mil barris por dia, num projeto com reservas estimadas em 900 milhões de barris.
A Petrobras tem um programa de desinvestimentos de 9,9 bilhões de dólares, de acordo com o plano de negócios de cinco anos atualizado neste mês. A estatal indicou os recursos totais das vendas de ativos devem entrar no caixa da empresa principalmente em 2013.
Os recursos das vendas de ativos ajudarão a Petrobras a fazer frente ao seu plano de negócios de 236,7 bilhões de dólares, o maior programa de investimentos corporativos do mundo. No plano anunciado em 13 de março, a Petrobras indicou que focará a exploração e produção no Brasil, onde a estatal enfrenta o desafio de explorar as reservas do pré-sal.
Do total de investimentos em cinco anos, o segmento de Exploração & Produção (E&P) receberá 147,5 bilhões de dólares e, diferentemente do plano anterior, os recursos serão direcionados exclusivamente para o Brasil. O objetivo, segundo a empresa, é a "manutenção das metas de produção de óleo e gás natural".
No plano de negócios, a meta de produção de petróleo e gás foi mantida, com expectativa de que em 2016 chegue a 3 milhões de barris de óleo equivalente/dia no Brasil, ante os 2,36 milhões de barris de janeiro. Para 2017, esse volume deverá subir para 3,4 milhões de barris (com 35% tendo origem no pré-sal). E, para 2020, a extração está prevista para subir a 5,2 milhões de barris.
A decisão de vender ativos na Nigéria aponta para um recuo na estratégia da companhia para mercados externos, antes considerados estratégicos, em favor dos objetivos do governo do Brasil em busca de uma autossuficiência em energia. A venda de ativos, no entanto, não tem sido fácil, com compradores potenciais detectando a necessidade de a empresa fazer dinheiro, e realizando lances baixos.
A empresa recentemente cortou sua meta de venda de ativos para 9,9 bilhões de dólares ante quase 15 bilhões de dólares, após não conseguir receber ofertas atraentes para seus ativos de energia no Golfo do México.
A ConocoPhillips, por sua vez, está vendendo seu negócio na Nigéria para a Oando Energy por cerca de 1,79 bilhão de dólares, a fim de conseguir focar seus projetos de menor custo de gás de xisto norte-americano e gás natural.
Alessandra Araujo 

domingo, 7 de abril de 2013

Cultura no Sudão: como o povo se veste?


 





O Sudão precisa de um quadro político para a promoção da paz.

Assim como visto anteriormente, o Sudão é um país que se encaixa no contexto dos failed states, assim sendo existem algumas providências a serem tomadas para que o status de falência seja revertido.
As principais características de um estado falido podem ser percebidas no Sudão; como a deterioração da economia, guerra civil, crise política, entre outras.
Da mesma forma como abordado em sala de aula o Estado é um dos pilares da ordem interna e internacional, logo a ausência de um Estado capaz de projetar poder e autoridade no Sudão gera a desordem, e turbulência ao invés de paz. Por isso, segundo Rotberg, é fundamental que a ordem seja restabelecida em um Estado que pretenda sair do grupo dos falidos; o cessar-fogo e consequentemente a consolidação da segurança social é outro fator importante. Reiniciar a economia, recriar as instituições políticas e revigorar a sociedade civil são as etapas secundárias para a reconstrução do Estado.
Considerando essas informações, vale a pena destacar essa notícia sobre o Sudão:

http://www.guardian.co.uk/global-development/poverty-matters/2013/apr/05/darfur-sudan-visionary-approach-qatar